Pronto, não falei!
Não é um problema apenas com o que eu ia dizer e sim com o que eu ia escutar. Minha sábia mãe já dizia: "Quem fala o que quer, ouve o que não quer". E, ao contrário do que se pensa, as informações escutadas não são processadas pelo cérebro, são processadas pelas entranhas. E, nesse caso, prefiro preservá-las (as minhas e as dos outros) para situações melhores e mais justas. Discordo que a minha mudez seja o reflexo de uma postura intolerante. Nesse momento, não passa de um reposicionamento ético de não tentar justificar o injustificável.
Certo dia o meu personare me disse: "Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro". E desde então TENTO avaliar a necessidade de proferir certas palavras, iniciar discussões ou mesmo responder perguntas talvez tolas.
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